
Depois de assumir que pode haver um novo contingenciamento no orçamento do Estado em 2012, o governo baiano agora confirma que está negociando com a Caixa Econômica Federal, para que o banco assuma a folha de pagamento dos servidores. Mas o negócio não deve ser fechado facilmente – seja por questões políticas ou não – já que, enquanto o secretário da Fazenda, Carlos Martins, assegura que o possível acordo enfrenta problemas por pura “politicagem”, os peemedebistas baianos alegam que o entrave é uma “questão técnica”.
Em conversa com o Política Hoje, Carlos Martins relatou que “existe sim uma negociação para que a Caixa assuma” a folha salarial dos servidores e que a proposta é “mais vantajosa” do que a oferecida pelo Banco do Brasil, com quem o Estado renovou este ano.
Entretanto, o secretário preferiu não revelar o valor da multa rescisória com o BB, alegando que não saberia dizer o percentual que será pago na rescisão do contrato “no sábado às dez da manhã”. O vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira Lima, revelou que pediu vistas na negociação e “apontou correções” que devem ser feitas, mas que não se trata de política e sim de uma apuração de como está sendo conduzido o acordo. “Não tem nada de política. Meu voto não é contra nem a favor, apenas solicitei correções. Se forem feitas aprovo, se não, sou contra”, explicou Geddel. Recentemente o Tribunal de Contas da União questionou um acordo similar entre a Caixa e o governo de Goiás.
A negociação – que está sendo feita diretamente entre o governador Jaques Wagner e o presidente da Caixa, Jorge Hereda – passaria para o banco o dinheiro para pagar o quadro de funcionários e o controle das contas dos servidores, sendo que em contrapartida receberia cerca de R$ 900 milhões nos próximos 60 meses. Em troca, a instituição financeira centralizaria empréstimos, financiamentos e outros serviços dos funcionários do Estado, que passariam a receber pelo banco.
Em conversa com o Política Hoje, Carlos Martins relatou que “existe sim uma negociação para que a Caixa assuma” a folha salarial dos servidores e que a proposta é “mais vantajosa” do que a oferecida pelo Banco do Brasil, com quem o Estado renovou este ano.
Entretanto, o secretário preferiu não revelar o valor da multa rescisória com o BB, alegando que não saberia dizer o percentual que será pago na rescisão do contrato “no sábado às dez da manhã”. O vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira Lima, revelou que pediu vistas na negociação e “apontou correções” que devem ser feitas, mas que não se trata de política e sim de uma apuração de como está sendo conduzido o acordo. “Não tem nada de política. Meu voto não é contra nem a favor, apenas solicitei correções. Se forem feitas aprovo, se não, sou contra”, explicou Geddel. Recentemente o Tribunal de Contas da União questionou um acordo similar entre a Caixa e o governo de Goiás.
A negociação – que está sendo feita diretamente entre o governador Jaques Wagner e o presidente da Caixa, Jorge Hereda – passaria para o banco o dinheiro para pagar o quadro de funcionários e o controle das contas dos servidores, sendo que em contrapartida receberia cerca de R$ 900 milhões nos próximos 60 meses. Em troca, a instituição financeira centralizaria empréstimos, financiamentos e outros serviços dos funcionários do Estado, que passariam a receber pelo banco.

Nenhum comentário:
Postar um comentário